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9 de junho de 2012


O seu nome é Maria da Conceição Lopes Lourenço Baeta, nasceu na Sertã, em Castelo Branco,  dia 18 de abril de  1958, é casada e tem 2 filhos. Tirou o 9º ano, alguns cursos de informática e participou em algumas ações de formação.

Nos seus tempos livres, gosta de fazer croché, cozinhar, ler, ver televisão, ver filmes, fazer caminhadas e ir à praia.

Trabalha há vinte e três anos na Navegador Rodrigues Soromenho. A única desvantagem do seu trabalho é não poder passar mais tempo com a família. As vantagens são poder estar com as colegas de trabalho e comunicar com os outros elementos da comunidade educativa.

Gosta do seu trabalho no bar? Muito! Por isso é que lá trabalha há tantos anos! Adora o contacto com as crianças, o atendimento ao balcão e o facto de fazer parte de uma equipa muito organizada. O único aspeto menos positivo é a falta de pessoal no bar, à hora de almoço.

Os momentos que lhe vão ficar marcados para sempre na memória são o seu casamento, o nascimento dos filhos e alguns momentos na escola. É uma senhora muito simpática e alegre!!!

                                                                                               Beatriz Pinto, 5º E


23 de maio de 2012



Chama-se Elvira Maria Pinto Rodrigues Salitro, tem 51 anos e trabalha na escola há 27 anos como assistente técnica, durante sete horas por dia. O seu trabalho consiste em fazer requisições, faturas e trabalhos no computador. Gosta muito do que faz porque trabalha em contabilidade, que é o setor de que mais gosta.

O seu primeiro emprego foi precisamente nesta escola.

Quando não trabalha, gosta de ler, ver televisão, coser, cozinhar e ainda ir à natação. Ela afirma já ter-se sentido discriminada por ter nanismo, mas só no início, quando sentiu alguma dificuldade em entrar no mercado de trabalho.

Se não fosse técnica administrativa, gostava de ser médica.

A dona Elvira não gosta de pensar no futuro, contudo gostaria de um dia ir ao Brasil.

                                                                                             Inês Caretas , 7º B


4 de janeiro de 2012


Chama-se Alice Maria Cachão Zegre Simplício, tem 50 anos e trabalha nesta escola há cerca de 15 anos. O dia desta funcionária costuma ser normal para a sua profissão: limpezas, vigilância dos alunos, manutenção da escola para ver se está limpa e se os alunos estão nas aulas. Antes de ser auxiliar de ação educativa, trabalhava na limpeza a dias.

Se gosta do seu trabalho como funcionária? Muito! Diz ela que aos 10 anos acompanhava a mãe, que era funcionária nesta escola, às cinco e meia da manhã, para ajudar, e que daí nasceu este gosto pela limpeza da escola. Chamada à direção já foi algumas vezes, mas não muitas, apenas para lhe darem trabalho e por causa de alguns alunos que se portaram mal, indo lá para testemunhar o que viu.

Questionada sobre a evolução desta escola, a D. Alice está cem por cento de acordo que esta ocorreu e que a escola está melhorada: as escadas estão picotadas para evitar quedas, colocou-se um corrimão novo e as salas foram melhoradas com obras, decoração e equipamento informático.

Nestes tempos, diz a D.Alice que se aprende mais porque há mais cursos e mais oportunidades para todas as idades.

                                                                                               Beatriz Pinto, 5ºE


                            D.Alice                                             D.Alice no exercício da sua função