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29 de fevereiro de 2012


Gostei do livro Os da minha rua porque fala da infância e da adolescência do autor.
Um dos contos de que mais gostei foi “As primas do Bruno Viola”, porque me fez rir imenso. Adorei a frase: “Dá-me um beijo na boca…com a língua também.” O conto “Os calções verdes do Bruno” foi o que me tocou mais com a frase: “Pegou na carta e rasgou tudo em pedacinhos tão pequenos como as minhas lágrimas e as do Bruno.”
Com a leitura do livro, reparei que havia contos tristes e outros mais alegres, no entanto percebe-se que a família é muito unida.
Adorei a escrita de Ondjaki, palavra a palavra, frase a frase. Ler os seus contos foi mágico. Comecei a dar mais importância à vida depois de ler a frase: “Senti que rua não era um conjunto de casas, mas sim uma multidão de abraços.” Esta foi a frase de que mais gostei no seu livro.
     
                                                                         Catarina Macedo, 7ºB

Adorei o livro Os da minha rua, acho que retrata muito bem as aventuras que Ondjaki viveu na passagem da infância para a adolescência. Vários contos me entusiasmaram, porém, o que mais me divertiu foi aquele em que uma professora amiga da mãe do narrador foi a casa dele. Fiquei boquiaberto quando ele explicou à professora que a mãe não podia falar com ela porque estava com o período. Acho que ele sabia de mais para a idade que tinha. Também fiquei estupefacto quando a prima do Bruno Viola tentou beijar o narrador; contudo, ele estava tão nervoso que não chegou a beijá-la, apesar de ela ser bonita. Na minha opinião, a diferença de idades influenciou a atitude dele. Estes dois contos são muito entusiasmantes e divertidos, todavia o meu preferido é o último: “Palavras para o velho abacateiro”; quase chorei quando o li. Este conto fez-me perceber o quão triste é uma despedida. Acho que a leitura deste livro é obrigatória para as pessoas que gostam de livros divertidos, emocionantes e, ao mesmo tempo, tristes. 
                                                                                             João Peixito, 7ºB
Na minha opinião, o livro Os da minha rua é um livro maravilhoso. Gostei bastante de o ler. Os contos mostram muita sensibilidade da parte do autor, pois revelam a amizade e a união na família, entre amigos e vizinhos da sua rua. Este livro não é um simples livro, mas sim grandes momentos partilhados. Estas palavras fazem-me lembrar o belo conto “Palavras para o velho abacateiro”, em que o narrador se despede do seu amigo abacateiro num momento sentimental. Adorei as palavras da avó Agnette: “Uma casa está em muitos lugares. É uma coisa que se encontra.” As suas palavras emocionaram-me. Só me resta agradecer a Ondjaki pelo livro que me “deu”. 
                                                                            Lígia Aldeia, 7ºB

26 de janeiro de 2012

     Fomos saber em que pé andam as leituras da assistente operacional Ana Rodrigues. Neste momento, está a ler O diabo também veste Zara, o qual recomenda, porque é divertido e também dá um pouco a ver a realidade sobre a crise e a forma como "sobreviver" à mesma.
    O livro que mais a marcou foi O diário de Anne Frank, não só porque é comovente, como também porque adorou a sua leitura.

4 de janeiro de 2012

 Fizemos uma entrevista à diretora da escola para saber um pouco sobre as suas leituras.
A diretora gosta de ler. Porém, neste momento, devido ao cargo que exerce, só tem tempo para ler legislação, sacrificando outros tipos de leitura mais agradáveis. Começou a ler agora a obra Um Vendedor de Sonhos, de Augusto Cury. Um livro ficou na sua memória: O Memorial do Convento, de José Saramago. Não houve, até agora, nenhum livro que tenha influenciado a sua vida.

Mariana Capítulo